Governança Integrada · 10 frameworks · 17 controles unificados

Convergência entre Controles de Segurança da Informação

Elimine a fadiga de conformidade unificando Segurança, Privacidade e Inteligência Artificial em uma única arquitetura de controles. Múltiplos frameworks exigem, sob nomes diferentes, essencialmente as mesmas capacidades operacionais — esta plataforma torna essa convergência visível, auditável e executiva.

Cyber
SI + Privacidade
IA
ISO 42001 · OWASP LLM
BR
BACEN · SUSEP
Selo GRC — Governança, Riscos e Compliance
GRC · Políticas · Auditoria · Riscos · Conscientização
Indicadores

O tamanho real da convergência regulatória

0
Frameworks e normas mapeados
0
Macro controles unificados
0
Vetores de convergência regulatória
0 anos
Retenção mínima de logs (BACEN/SUSEP)
0
Vetores críticos de atenção
Frameworks mapeados

10 normas organizadas em 3 famílias visuais

Normas Internacionais de Gestão4
  • ISO 27001
    ISO / NIST
    ISO/IEC 27001:2022 & 27002:2022 — SGSI
  • ISO 42001
    ISO / NIST
    ISO/IEC 42001:2023 — SGIA (IA)
  • ISO 27701
    ISO / NIST
    ISO/IEC 27701:2019 — PIMS (Privacidade)
  • NIST CSF 2.0
    ISO / NIST
    NIST Cybersecurity Framework 2.0
Frameworks Técnicos e de Aplicação3
  • OWASP LLM
    Técnico
    OWASP Top 10 for LLM Applications (2025)
  • CIS v8.1
    Técnico
    CIS Controls v8.1
  • PCI DSS 4.0.1
    Técnico
    PCI DSS v4.0.1
Regulação Brasileira3
  • BACEN 5.274 / BCB 538
    Brasil
    BACEN CMN 5.274 & BCB 538 — Resiliência (Pix/STR)
  • SUSEP 638
    Brasil
    SUSEP Circular nº 638/2021 — Resiliência (Seguros)
  • BACEN 4.863
    Brasil
    BACEN CMN 4.863/2020 — nota contextual
    Aviso: Norma de crédito agrícola, sem relação direta com segurança/privacidade. Aparece apenas como aviso contextual no mapeamento.
Mapa de convergência

Um controle. Múltiplas exigências. Uma auditoria.

Passe o mouse sobre um framework para destacar as conexões até os 17 controles unificados. Clique em um controle para abrir o detalhe técnico. Exemplo: criptografia em trânsito e repouso atende simultaneamente ISO 27001 (A.8.24), PCI DSS (Req 3 e 4), CIS (3.10/3.11), ISO 27701 (6.7.1/6.7.2) e resoluções BACEN/SUSEP.

Normas InternacionaisFrameworks TécnicosRegulação Brasileira
Matriz consolidada

17 controles unificados. Filtre, busque e expanda.

Cada card representa um controle que atende simultaneamente múltiplas normas. Clique para revelar objetivos, atividades, evidências esperadas e o ID exato de cada framework.

Motor de risco

A matemática por trás do risco operacional unificado

O relatório propõe um modelo quantitativo simples e auditável para orientar decisões executivas: o risco final é o produto da probabilidade composta de falha das barreiras lógicas pelo impacto no negócio e em terceiros. Basta uma barreira ceder para que a probabilidade escale — e a combinação de duas falhas próximas eleva o risco de forma exponencial.

Fórmula
R = P × I
Risco = Probabilidade de falha composta × Impacto no negócio e em terceiros
Fórmula
P = 1 − ∏ₖ (1 − Pfₖ)
A probabilidade composta é 1 menos o produto das eficácias (1 − Pf) de cada barreira lógica k.

Exemplo real do relatório: a falha no controle de injeção de prompt (OWASP LLM01) encadeada com a falha do controle de prevenção de vazamento de dados (ISO 27001 A.8.12) eleva desproporcionalmente o risco final de privacidade — mesmo que cada probabilidade individual pareça aceitável isoladamente.

Mini-simulador de risco composto
Pf₁ · Falha em bloqueio de prompt injection (OWASP LLM01)15%
Pf₂ · Falha em DLP / vazamento (ISO 27001 A.8.12)20%
Pf₃ · Falha em SIEM / detecção (ISO 27001 A.8.15)10%
I · Impacto no negócio e em terceiros70%
P (composta)
38.8%
R (risco)
27.2%
Classificação
Moderado
Diagnóstico de gaps

Requisitos insatisfeitos que exigem ação executiva

Três lacunas críticas identificadas ao cruzar os frameworks — cada uma apresentada como problema, causa e remediação, com os artigos regulatórios relacionados.

Chaves Criptográficas

Isolamento lógico de chaves em nuvem (BYOK/HSM)

  1. 1
    Problema

    Provedores de IaaS/SaaS não podem ter acesso lógico facilitado ou custódia compartilhada sobre chaves privadas usadas para assinar mensagens no STR e no Pix.

  2. 2
    Causa

    KMS padrão do provedor de nuvem oferece custódia compartilhada, o que fere CMN 5.274, BCB 538 e é tratado como inconformidade crítica pela Circular SUSEP 638.

  3. 3
    Remediação

    Migrar para HSM dedicado sob modelo Bring Your Own Key (BYOK), com auditoria de acesso e rotação isolada da operação do provedor.

BACEN CMN 5.274BCB 538SUSEP 638
Retenção de Logs

Divergência nos prazos de retenção

  1. 1
    Problema

    ISO recomenda retenção dimensionada por risco; BACEN e SUSEP exigem linha de base mínima de 5 anos de logs íntegros.

  2. 2
    Causa

    Logs de logon, alteração de ativos, bypass em APIs, acesso privilegiado no AD e mudanças de privilégio em consoles cloud precisam de custódia inviolável.

  3. 3
    Remediação

    Padronizar a política corporativa pela linha de base mais restritiva (5 anos, WORM/imutável), com replicação e verificação de integridade automatizada.

BACEN CMN 5.274SUSEP 638ISO 27001 A.8.15
Governança de IA

Governança formal sobre modelos e decisões autônomas

  1. 1
    Problema

    Soluções de LLM corporativas são implantadas de forma descentralizada, sem comitê de segurança ou avaliação prévia de risco.

  2. 2
    Causa

    Ausência de comitê formal de IA, de AIIA por sistema e de monitoramento contínuo do drift de dados e algoritmos previstos pela ISO 42001.

  3. 3
    Remediação

    Instituir comitê de IA integrado ao GRC, produzir Model Cards e AIIAs por sistema, e alimentar CTI contínuo com as mitigações do OWASP LLM Top 10 (injeção de prompt, agência excessiva, etc.).

ISO 42001OWASP LLM Top 10NIST AI RMF
Diretrizes estratégicas

De checklist passivo a diferencial competitivo

01

Matriz única de riscos

Consolidar segurança da informação, privacidade de terceiros e governança ética de IA em um único registro corporativo, coordenando DPIA e AIIA sob a mesma linguagem metodológica.

02

Automação da coleta de evidências

Centralizar logs de MFA, hardening e integridade de rede em um console único de SOC/SIEM, permitindo comprovação contínua a múltiplos reguladores — sem esforço manual reativo pré-auditoria.

03

Revisão contratual de terceiros críticos

Atualizar contratos com provedores de nuvem para impor isolamento físico-lógico de chaves privadas e proibição de compartilhamento com terceiros, tornando a conformidade um diferencial competitivo — não apenas um checklist.

Posicionamento executivo

A conformidade deixa de ser um checklist passivo para se tornar um diferencial estratégico que protege operações e reputação institucional no mercado financeiro.

Autor

Vamos conversar?

Estou sempre aberto a trocar experiências, discutir desafios de Cyber Security, Governança, Gestão de Riscos, Compliance, Inteligência Artificial, ISO/IEC 42001, ISO/IEC 27001, NIST CSF, TPRM, GRC e transformação digital.

Daniel Rodrigues Ribeiro Tanigawa

Daniel Rodrigues Ribeiro Tanigawa

Cyber Security · GRC · Governança · Riscos · Compliance · IA

Autor do relatório de convergência regulatória. Atua na intersecção entre segurança da informação, privacidade, TPRM/VRM e governança de IA, com foco em eliminar a fadiga de auditoria através de uma visão holística de controles.

Familiaridade normativa
ISO/IEC 27001ISO/IEC 27002ISO/IEC 27701ISO/IEC 42001NIST CSF 2.0OWASP LLM Top 10CIS Controls v8.1PCI DSS 4.0.1BACEN CMN 5.274BCB 538SUSEP 638LGPDTPRM/VRMGRC